Em 2008, quando os irmãos Felipe e Vinicius Rossetti abriram sua primeira loja no Plaza Shopping Itu (SP), não imaginavam o que tinham em mãos e o potencial de sucesso que se provou esse ano.

Ambos haviam dedicado dez anos de estudos nos Estados Unidos, e voltaram ao Brasil com R$ 6 mil no bolso e um sonho na cabeça: abrir o próprio negócio.

“O primeiro passo foi comprar 150 t-shirts para revendê-las. Esgotamos o material em uma semana e, com a quantia que faturamos, buscamos mais 300 peças, que também acabaram rapidamente.

Reinvestir o capital foi primordial para propagação do nosso nome”, afirma Felipe Rossetti, um dos fundadores da Piticas, marca de camisetas que hoje aposta no segmento de cultura pop e vendeu mais de 2 milhões de itens em 2016.

piticas

Alguns anos depois, com o desenvolvimento do projeto, fundaram uma confecção de 50 m² para estampar blusas com frases humorísticas.

A ideia era poupar dinheiro para posteriormente aplicar em licenciamentos. Hoje, os irmãos são donos de uma fábrica de 4 mil m², localizada em Guarulhos, e que produz cerca de 17 mil produtos por dia com a ajuda de 500 funcionários e maquinários de última geração.

Os proprietários acompanham todas as etapas da produção, desde tecido, corte e costura até o design e estamparia, além do treinamento de funcionários e do controle de satisfação dos clientes por meio de consultores espalhados pelo país.

Franquias

No início, os empresários mantinham 50 unidades próprias. Quando perceberam que a ideia havia tomado uma dimensão maior do que conseguiam gerenciar sozinhos, o franqueamento foi o melhor método para expandir a distribuição.

Até 2015, a sociedade era formada por 120 estabelecimentos. Em 2016, 128 novas unidades foram criadas, o que colocou a Piticas presente em todos os estados brasileiros.

Para certas pessoas, a crise financeira virou sinônimo de oportunidade, como para alguns dos franqueados mais recentes da Piticas, que viram no modelo de negócio da marca uma chance de começar o próprio negócio.

“O custo médio para que alguém se torne nosso parceiro de vendas é de R$ 150 mil, mas o nosso financeiro é flexível, ou seja, é possível dar R$ 100 mil de entrada e financiar o restante, dependendo das condições. São poucas marcas que oferecem esses valores”, explica Felipe.

Segundo ele, o retorno é praticamente garantido entre 18 e 24 meses. No entanto, existem alguns cases de sucesso que conseguiram uma boa margem de lucro em quatro meses.

Para 2017, a Piticas visa bater a meta de manter 400 pontos de venda, além de tocar a estratégia de inserir a marca no mercado internacional.

Durante a ABF Franchising Expo 2017, que acontece entre 21 e 24 de junho, no Expo Center Norte – SP, será possível conhecer mais sobre a franquia.

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