Aprenda a escolher a franquia certa para você com essas 7 dicas!

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Abrir uma franquia é uma ótima opção para quem pretende empreender. No entanto, se você tem ideia de entrar no franchising, precisa ficar atento para cada detalhe desse mercado, especialmente no que diz respeito à marca escolhida.

Assim, escolher uma franquia se torna uma tarefa pautada por decisões bem pensadas e, acima de tudo, por uma garantia genuína de que está assumindo um negócio estruturado e com retorno positivo.

Para ajudar você nessa missão, que tem como objetivo dar um upgrade no próprio futuro e aumentar a prosperidade nos negócios, este post traz dicas fundamentais de como escolher uma franquia e maximizar as chances de sucesso!

1. Conheça o seu perfil e não decida nas primeiras conversas

Para ter sucesso em qualquer negócio, é fundamental gostar do que faz e estar preparado para fazer parte desse mercado! Nesse caso, é preciso avaliar se você se sentiria bem seguindo as imposições da franqueadora no que se refere ao estilo de atendimento, divulgação e organização da franquia. Por isso, é sempre bom lembrar que, mesmo não se satisfazendo com as opções encontradas, sempre vai existir uma rede de franquias adequada ao seu perfil.

A melhor maneira de encontrar a franquia que se encaixe ao seu perfil é questionar a franqueadora sobre as exigências e jogar aberto sobre o que você pensa do futuro do negócio. Marque quantas reuniões for preciso e nunca saia com dúvidas.

Também não escolha uma franquia apenas por parecer estar na moda, mas que nada diz sobre o seu perfil empreendedor ou suas qualificações profissionais. Por isso, nas reuniões pré-assinaturas do contrato, faça perguntas sobre cada detalhe. Quanto mais por dentro das peculiaridades o empreendedor estiver, mais chances de sucesso terá.

É importante entender que o produto, apesar de fundamental, é apenas um dos pontos a considerar, pois, se você pretende abrir uma franquia para receber suporte e se apossar do know-how da franqueadora, não faz o menor sentido não seguir as premissas da franqueadora e tentar mudar os processos que já foram testados e praticados com larga margem de acerto.

Os exemplos de sucesso, assim como os de fracasso, acontecem nos mais diversos ramos, seja no de alimentação, turismo, ensino e tantos outros. Por isso, é importante saber o que quer e descobrir se a franquia está preparada para lhe fornecer esse negócio.

Algumas perguntas a se fazer para a franqueadora:

  • quando a empresa iniciou e em que momento decidiu vender franquias?
  • qual o suporte fornecido aos franqueados?
  • que tipo de treinamento a empresa oferece e de que forma ele é aplicado antes, durante e depois do contrato fechado?
  • quantas franquias já fecharam e quais os motivos que levaram a essa decisão?
  • a empresa conta com alguma projeção de crescimento e qual seria para o período de um ano?
  • os produtos são padronizados ou possuem alguma diferenciação de região para região?
  • qual o valor do investimento durante todo o processo, até que a empresa comece a dar lucro?
  • como funciona a definição do uso da marca em determinada região? Esse uso é exclusivo ou outros empreendedores poderão abrir franquias próximas?
  • existe um perfil de consumidor? Como ele é definido?
  • qual é o tempo de dedicação que o empreendedor deve dispor para a empresa?
  • existe concorrência? A marca tem alguma ação para diminuir o impacto da concorrência no seu produto?
  • quais as regras para a rescisão do contrato, caso não esteja satisfeito com a sequência do empreendimento?

Respondendo a essas questões, é possível ter uma ideia se a rede supre suas necessidades e se você conseguirá cumprir com o compromisso assumido.

2. Faça uma pesquisa sobre a estabilidade e o sucesso da franquia

Nem sempre uma rede de franquias ter diversas unidades é garantia de sucesso em qualquer lugar e público. Por isso, você deve fazer uma pesquisa sobre os ambientes onde a franqueadora tem mais sucesso e analisar se o seu ponto comercial conta com esse público-alvo.

Redes que costumam fechar com facilidade e não conseguem se estruturar em algumas localidades devem receber atenção especial. Talvez nem se trate de franquias não confiáveis, mas que foram lançadas em regiões onde a população não aderiu à ideia.

Essa é uma questão fácil de perceber antes mesmo de fechar o contrato, por isso, com uma boa pesquisa de mercado, um plano de negócio completo e um planejamento pautado no mercado é possível evitar qualquer desgosto no futuro.

3. Verifique o apoio e a estrutura oferecidos ao franqueado

Veja que, ao abrir um negócio, existem duas possibilidades bem definidas. A primeira contempla um negócio totalmente do zero, em que o empreendedor decide todos os pormenores e constrói a empresa de acordo com seus conhecimentos ou contrata alguém para fazer isso. 

Já a segunda forma, trata-se da contratação de uma franquia que já tem formatação do negócio e pessoas preparadas para tirar as dúvidas do empreendedor e ajudar nas principais questões estruturais de um empreendimento.

Assim, se você não receber apoio para ter uma vantagem competitiva no mercado, não faz sentido optar por uma franquia.

Muitas redes de franquias fornecem suporte por telefone e e-mail apenas como um protocolo e até ajudam a solucionar algum imprevisto, mas você precisa de uma empresa que esteja disposta a fazer a sua unidade crescer e se tornar competitiva frente as outras redes e o mercado local.

Um dos principais fatores que a franquia deve ficar atenta é sobre metas. Se o franqueado não estiver atingindo os resultados, é preciso ter uma carta na manga e um suporte estratégico para melhorar a maneira de prospectar.

Sempre imagine a empresa em funcionamento e perceba quais são as dificuldades que ela pode encontrar, onde estão os maiores desafios e quais são os problemas que você consegue resolver e quais a franqueadora precisa ajudar. É natural que, ao menos de início, note isso apenas com o prosseguimento da empresa e não consiga visualizar o que acontecerá depois e, devidamente por isso, o apoio da rede é fundamental para nortear as ações do empreendedor.

Não deixe que o sonho de ser empreendedor se torne um pesadelo por não poder contar com aqueles em quem depositou confiança.

4. Converse com outros franqueados sobre o negócio

Depois de algumas conversas e entendimento sobre a possibilidade da aceitação das propostas, as redes costumam entregar um documento conhecido como COF (Circular de Oferta de Franquia), em que o candidato a franqueado recebe uma série de informações sobre a rede, inclusive números de telefone de outros franqueados e, até mesmo, daqueles que já saíram da rede.

Essa é uma ótima possibilidade de entrar em contato, falar sobre a proposta e perguntar se a empresa cumpre suas promessas. Também é uma maneira de compreender a satisfação financeira dos clientes e a aceitação do mercado quanto à marca.

Nunca aceite sugestões da franqueadora sobre franqueados ativos ou que já deixaram o negócio para você entrar em contato. A melhor coisa a se fazer é encontrar três ou quatro conforme seus próprios critérios.

O histórico da rede conta muito, pois franqueados satisfeitos e com mais de uma unidade em funcionamento são ótimos indicadores de sucesso. 

5. Contemple o marketing da marca

As redes de franquias costumam ter uma estratégia de divulgação de acordo com a necessidade e a expansão da marca, no entanto, você deve analisar se essas estratégias atingem a sua região e se elas são interessantes para o seu público.

Imagine que você está pensando em ingressar no ramo de ensino de idiomas: com a globalização, é possível encontrar interessados, independentemente da região, mas se outras marcas têm um marketing mais expansivo, invasivo e interessante para o seu público, é possível que você não consiga uma fatia do mercado, o que inviabilizaria o negócio.

Dessa forma, compreender o marketing da marca, descobrir se ela é conhecida na região e se as pessoas comprarão essa ideia é um processo que deve estar claro, tanto para o franqueado como para o franqueador, afinal, não existem negócios sem clientes.

Se você está pagando por algo, é natural que pense em receber todo o aporte desse investimento. Assim, se as ações da empresa são voltadas para um público de uma região ou cultura diferente daquela que está inserida sua empresa, é bem provável que você não tenha nenhum benefício com esse plano de marketing. Nesse caso, seria um investimento desnecessário e a franquia deve oferecer uma solução para o seu caso.

6. Compreenda tudo sobre o investimento que vai realizar

Existe uma quantia em dinheiro estimada a ser investida de acordo com a necessidade estrutural: capital de giro, gastos com a formalização do negócio e outras despesas embutidas no plano da franquia.

Por isso, você precisa entender para onde vai cada real do valor que vai disponibilizar para a franqueadora e qual o retorno desse investimento. Realizar um planejamento para descobrir em quanto tempo o dinheiro vai retornar é uma forma de assegurar de que não trabalhará no vermelho por muitos anos. Lembre-se: o motivo que faz você empreender é a possibilidade de obter lucro com esse investimento.

Não utilize uma outra unidade como exemplo quando se trata de investir, pois cada cidade e região tem uma realidade, e o preço do aluguel é o primeiro a ser diferenciado.

O dinheiro deve estar em mão e qualquer investimento fora do programado pode inviabilizar o negócio. Por isso, nada de ir investindo sem um planejamento e sem que a franqueadora forneça todos os gastos necessários dentro dessa relação comercial.

O investimento sugerido pela rede de franquias, normalmente, abrange apenas o suficiente para implantar a unidade com, no máximo, uma pequena folga. No entanto, o empreendedor é responsável por providenciar uma reserva para se equilibrar em tempos difíceis ou até ter retorno.

Por isso, questione a franquia sobre a necessidade de ter capital de giro e qual seria o valor ideal para não passar apertos. É importante se lembrar de que no universo dos negócios nem sempre existe um cálculo exato; é preciso trabalhar para maximizar as chances de alcançar o sucesso.

7. Escolha uma franquia confiável

Depois de pesquisar e analisar todos esses itens citados até aqui, chegou a hora de decidir qual é a franquia mais confiável e, para isso, é preciso considerar cada detalhe, desde o poder aquisitivo da região escolhida para abrir o negócio, passando pelos trâmites legais, até a capacidade de expansão

Outro fator que pode ajudar é conferir se a rede de franquias faz parte da ABF (Associação Brasileira de Franchising). Apenas empresas que cumprem certos requisitos e têm as qualificações necessárias podem fazer parte da Associação.

Como mencionamos, em determinados casos, usar uma outra unidade de exemplo pode não ser uma boa ideia. Mas para se certificar de que pode confiar nos produtos ou serviços prestados pela franqueadora, se tornar cliente e consumir de lojas que já estão atuando pode ser interessante.

Se o que receber for parecido com aquilo que imagina para o seu negócio, pode ser que problemas pontuais estejam impedindo aquela unidade de alcançar a excelência. Mas se tudo for desorganizado e nem de perto se parece com as promessas que recebeu, provavelmente seja melhor pensar em outra marca ou outra opção de negócio.

Levando em consideração esses itens, aliados aos seus conhecimentos sobre empreendedorismo, escolher uma franquia pode se tornar uma tarefa mais fácil, desde que você conheça o terreno em que está pisando.

O importante é ponderar que, ao empreender, algumas dificuldades aparecerão e é preciso estar preparado. Inclusive, existe um tempo estimado para o retorno positivo que, segundo a ABF, fica entre 18 e 24 meses para microfranquias (que dependem de um aporte menor) e 36 meses para franquias que necessitam de mais investimento. Contudo, com planejamento, dedicação e uma boa escolha da franquia, conforme o seu perfil, você já terá meio caminho andado.

Lembre-se: essa é uma via de mão dupla e, assim como a franquia deve estar preparada e fornecer um serviço profissional, o empreendedor também precisa estar pronto para implantar uma unidade de sucesso. 

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