O que é melhor: ter uma franquia ou negócio próprio?

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Quem tem capital disponível e quer abrir sua própria empresa precisa refletir muito sobre uma questão: é melhor ter uma franquia ou negócio próprio?

Responder a essa pergunta implica vários fatores. É preciso pensar nas suas necessidades e desejos de curto e, principalmente, longo prazo. Outros itens relevantes são o seu perfil e as características de cada modelo de empreendedorismo.

Isso significa que cada modelo tem suas peculiaridades, pontos positivos e negativos. Este post vai ajudá-lo a pensar sobre todos esses quesitos e definir, finalmente, qual é a melhor opção para o seu caso.

Por isso, vamos abordar os seguintes assuntos:

  • as vantagens e desvantagens da franquia e do negócio próprio;
  • o que é necessário para abrir uma franquia;
  • o que você deve fazer para abrir um negócio próprio;
  • como definir o melhor modelo para você.

Quer entender melhor cada um desses modelos? Acompanhe o artigo!

1. Franquia ou negócio próprio: quais as vantagens e desvantagens de cada modelo?

A abertura da sua empresa pode ser realizada por meio desses dois modelos. Muita gente fica na dúvida, porque o senso comum diz que o franchising é mais seguro, enquanto a marca própria traz mais liberdade.

Essas ideias são verdadeiras, mas sua análise não deve parar por aí. Colocar as peculiaridades de cada modelo em uma balança, verificar os prós e contras e conferir os benefícios mais importantes para você é fundamental para decidir o que é melhor para o seu caso.

Por exemplo: a franquia é um segmento bem-sucedido e que está em franca expansão. Ao analisar os dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), fica evidente que é um ótimo negócio apostar nesse setor.

Afinal de contas, somente no primeiro trimestre de 2017, o segmento apresentou um crescimento de 9,4% no faturamento em comparação com os mesmos meses de 2016.

Agora, será que vale a pena optar pelo franchising se você gosta de tomar suas decisões em tudo, é criativo, muda constantemente e é bastante dinâmico? A resposta depende de você.

A melhor forma de responder essa questão é verificar alguns elementos que diferenciam o modelo da franquia e do negócio próprio. Esses itens também mostram as vantagens e desvantagens de cada um dos formatos. Confira o que avaliar:

1.1. Marketing

Sua empresa depende desse quesito para ser conhecida e atrair consumidores. Nesse caso, a franquia tem a vantagem, porque a marca já é conhecida e os produtos foram testados e aprovados pelo público-alvo. Outro ponto positivo do franchising é ter os custos de marketing compartilhados, o que diminui os gastos com divulgação.

1.2. Compras

O sistema de franquias prevê que o franqueado deve adquirir os produtos diretamente da marca e em uma quantidade mínima. Essa situação gera redução nos valores das mercadorias, porque a negociação é feita em rede.

Já uma marca própria exige que você encontre os fornecedores, verifique aqueles que têm qualidade e que apresentam o melhor custo-benefício. É um esforço maior e que, no começo, não trará descontos, porque o total de unidades comprada será pequeno.

1.3. Liberdade

Nesse caso, o ponto vai para o negócio próprio. O empreendedor que opta pela franquia tem diversas restrições, porque precisa seguir o que está determinado em contrato. As regras vão desde a localização do ponto de venda até o atendimento e desenvolvimento de produtos e serviços.

Por outro lado, quem prefere começar uma empresa do zero tem a possibilidade de definir tudo da forma que preferir e implantar modificações sempre que achar necessário. Um bom negócio para quem tem um perfil mais dinâmico.

1.4. Lucro

A viabilidade de qualquer negócio depende diretamente do lucro. Sem isso, fica impossível manter as operações. No entanto, esse quesito apresenta pontos negativos e positivos para qualquer um dos negócios.

No caso da franquia, a parte boa é que, como o negócio é aceito pelo mercado, você atinge rapidamente o ponto de equilíbrio, ou seja, o momento em que receitas e despesas se igualam. A partir daí começa a ter lucro.

É por isso que o prazo de retorno do sistema de franchising fica na média de 24 a 36 meses, conforme matéria da Exame. Esse é um período bastante curto e que oferece muita segurança para o empreendedor.

Por outro lado, uma parte do faturamento deve ser repassada diretamente para a marca devido ao pagamento das seguintes taxas:

  • de royalties: é um percentual do faturamento que deve ser repassado mensalmente à franqueadora;
  • de marketing: ajuda a custear as operações de divulgação da marca, é paga mensalmente à franqueadora.

No negócio próprio, você deve começar tudo e precisará aplicar um capital considerável antes de ter lucro. O período para isso acontecer pode demorar mais do que o da franquia e você corre o risco de perder todo o dinheiro investido pela falta de clientes, que leva à falência.

1.5. Risco

O franchising oferece menos riscos, isso é um fato. De acordo com um estudo feito pelo Sebrae e pela ABF, as empresas independentes têm um índice de falência de 46%, enquanto nas franqueadas o percentual cai para 5%.

Essa disparidade faz qualquer pessoa compreender que as franquias são um bom negócio. Porém, se você não tem medo de correr riscos e perder dinheiro, pode apostar no negócio próprio. A vantagem, nesse caso, é ter um potencial de expansão e, no futuro, se transformar em uma franqueadora.

1.6. Empréstimos

As empresas comumente precisam de crédito para expandirem suas atividades e pagar contas com fornecedores e colaboradores. Para quem tem uma franquia, esse processo é mais simples.

As instituições entendem que a franquia é um negócio mais seguro, porque a franqueadora é como um órgão garantidor. Por isso, há uma linha de crédito diferenciada.

Por sua vez, o negócio próprio exige que o empreendedor busque um empréstimo pessoal ou tente uma linha de crédito empresarial seguindo a burocracia e apresentando os documentos exigidos.

2. O que é necessário para abrir uma franquia?

Os elementos acima fizeram você pensar sobre o melhor modelo para a sua empresa, certo? Se chegou à conclusão de que o ideal é a franquia, é momento, então, de entender como esse modelo funciona e o que deve fazer para abrir a sua unidade.

2.1. Como funciona?

Esse é um modelo de negócios no qual a franqueadora seleciona empreendedores que tenham o perfil desejado e oferece alguns direitos para que eles possam executar suas operações diárias.

Alguns elementos que são repassados para utilização são: comercialização de produtos e serviços e uso da marca, do sistema de operação e de gestão. Em contrapartida, o franqueado tem acesso a uma série de informações sobre a franqueadora, como seu histórico, faturamento, possibilidade de pendências judiciais etc.

O franchising é regulamentado pela Lei de Franquias (n. 8.955/1994). De acordo com essa lei, além de oferecer direitos de uso, a marca também é responsável por prestar suporte ao empreendedor e realizar o treinamento necessário.

Ela também se compromete a desenvolver novos produtos e serviços e fazer a divulgação deles, bem como ajudar cada unidade a ter a melhor possibilidade de sucesso.

2.2. Qual o passo a passo para abrir sua unidade?

O empreendedor que deseja abrir uma unidade franqueada deve seguir algumas etapas até ter a autorização para funcionar. Esses passos são necessários para garantir a segurança da marca e do próprio empreendedor e têm como finalidade a maior chance de sucesso.

Confira quais são eles:

2.2.1. Cadastro

Após a pesquisa pela marca mais adequada às suas necessidades e que esteja alinhada ao seu perfil, você deve preencher um cadastro para se candidatar a abrir uma unidade franqueada. Esse preenchimento pode ser feito pelo site da franqueadora.

Geralmente, há diversas perguntas. Responda todas com o máximo de precisão, porque os dados repassados serão avaliados e resultarão em uma entrevista ou na negação do seu pedido.

2.2.2. Entrevista

A aprovação do seu perfil leva a uma reunião, na qual a franqueadora o conhecerá melhor e também repassará mais informações sobre o funcionamento do seu sistema. É importante mencionar que pode haver mais de um encontro. Aproveite-os e tire todas as suas dúvidas.

Ao término desse processo, quando você já estiver em prazo final de negociação, recebe a Circular de Oferta de Franquia (COF), documento com diversas informações relevantes sobre a marca. Entre os dados indicados estão:

  • balanços da franqueadora;
  • valores que devem ser pagos;
  • treinamento e suporte ofertado;
  • pendências judiciais;
  • dados de franqueados atuais e antigos.

Com esse documento em mão, vale a pena conversar com outros franqueados para ver quais são/foram seus desafios e dificuldades com a marca. Outra dica é visitar uma das unidades sem se identificar e verificar como é o atendimento, os produtos, entre outros aspectos que achar úteis.

2.2.3 Assinatura do contrato

A minuta desse documento deve ser amplamente analisada para se certificar de que a relação com a marca será a melhor possível e não haverá imprevistos posteriores. De toda forma, geralmente os contratos são padronizados pela marca e não há muito espaço para negociação das cláusulas.

No momento da assinatura, você já deve pagar a taxa de franquia. Depois disso, recebe um cronograma com as etapas seguintes. Ali estarão dispostos os prazos de abertura da unidade, contratação da equipe, implantação de sistemas e reformas no ponto de venda. Tenha em mente que esse processo costuma levar entre 90 e 120 dias.

2.2.4. Seleção do ponto de venda

As franqueadoras podem auxiliar o franqueado a escolher o melhor ponto de venda para abrir a sua unidade. O ideal é selecionar um local pelo qual passe um bom fluxo de pessoas e que tenha autorização para exercer a atividade empresarial. A viabilidade deve ser verificada na Prefeitura e é essencial para a obtenção do alvará.

O contrato de aluguel do imóvel deve ter duração de, pelo menos, cinco anos, que é o período que vale o documento de franquia. Se for realizada alguma obra, tente obter algum desconto no aluguel devido às melhorias permanentes.

Outra questão que deve ter atenção é a renovação do contrato de aluguel. Faça isso sempre antes do prazo para garantir que não haverá problemas com a continuidade do negócio.

2.2.5. Abertura da empresa

A assinatura do contrato exige o cumprimento de obrigações trabalhistas e fiscais antes da inauguração da unidade. Verifique o que deve ser realizado. Conte com a ajuda de um advogado e de um contador nesse momento, que vão indicar o que fazer.

2.2.6. Treinamento

Esse momento serve para que o empreendedor aprenda tudo o que precisa saber para levar adiante a operação do seu negócio. Isso inclui padrões de atendimento, uso de sistemas, informações sobre produtos e serviços etc.

Depois disso, é só abrir a sua unidade e começar a funcionar. Lembre-se das taxas pagas mensalmente e inicie o trabalho!

3. O que devo fazer para abrir um negócio próprio?

Sua escolha não é a franquia, mas, sim, começar uma empresa do zero? Sem problemas. Também há um passo a passo para você abrir o seu negócio.

É importante analisar que muitas dessas ações também são necessárias para a franquia. No entanto, nesse caso, há a ajuda da franqueadora e, aqui, você precisará fazer tudo sozinho. Veja:

3.1. Tipo societário

A definição do tipo societário é a primeira etapa para começar um negócio. Há três possibilidades: Empresário Individual (EI), Sociedade Limitada ou Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli).

As modalidades EI e Eireli permitem que exista somente um proprietário da empresa. Já a Sociedade Limitada exige um sócio, pelo menos. Entre os dois primeiros, o que os diferencia é que a responsabilidade limitada significa que existe uma separação jurídica entre os bens da pessoa física e os empreendimentos da jurídica.

Ou seja, quem opta pela modalidade Eireli responde como pessoa jurídica na justiça, se necessário. Por outro lado, é necessário que a empresa tenha um capital social (que é a soma de todos os ativos, como carros, imóveis e computadores) de 100 vezes o salário mínimo vigente no momento.

3.2. Porte

Uma situação comum entre os novos empreendedores é confundir o tipo societário com o porte. Nesse caso, é preciso avaliar o faturamento anual do negócio para escolher uma das 3 opções disponíveis.

Se for Microempreendedor Individual (MEI), é necessário ser EI e ter faturamento de até R$ 60 mil por ano (em 2018, esse limite passará para R$ 81 mil). A formalização deve ser feita no Portal do Empreendedor e depois na Prefeitura. Se for uma atividade de comércio ou indústria, também é necessário ir à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).

Por sua vez, se a empresa for Sociedade Limitada ou Eireli, é necessário ter um contador. As opções de abertura são Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP). O profissional de contabilidade ficará responsável pela burocracia relativa ao processo.

3.3. Viabilidade

A Prefeitura do seu município deve ser consultada para uma análise de viabilidade, ou seja, se a localização do ponto comercial tem autorização para exercer aquela atividade. Se estiver tudo correto, será emitida uma certidão para o uso do solo, que, em algumas cidades, pode ser conseguida pela internet.

Além disso, é preciso se certificar com a Prefeitura de possíveis documentos extras que se deve ter, como alvará de funcionamento, autorização do Corpo de Bombeiros, entre outros. Novamente, o contador pode cuidar dessa etapa.

3.4. Regime tributário

Essa etapa requer obrigatoriamente um contador, que vai indicar a melhor opção para o seu negócio. Caso contrário, você pode acabar pagando mais do que deve — e essa não é uma boa alternativa.

No caso do MEI, há uma tributação única, definida pelo governo federal. Ela é calculada assim: 5% do salário mínimo acrescido de R$ 1 para contribuintes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e de R$ 5 para atividades de prestação de serviços.

As MEs e EPPs podem ter três regimes: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Real. No primeiro caso, os impostos são recolhidos por meio de uma guia única e a alíquota é fixa, sendo de 4% em organizações que faturam até R$ 280 mil por ano e de 5,7% para aquelas que têm faturamento entre R$ 180 mil e R$ 360 mil.

No Lucro Presumido, como diz o nome, há uma previsão de lucro e os impostos são pagos em cima disso e de forma separada. É a melhor alternativa para quem lucra mais do que é assumido pelo governo.

O Lucro Real, por outro lado, exige a comprovação de rendimentos e gastos mensalmente, porque tudo é pago de acordo com o que a empresa realmente atingiu de resultado. A vantagem é para empreendimentos que têm lucro menor do que o presumido pelo governo ou até prejuízo (quando há isenção).

3.5. Nota Fiscal Eletrônica

A emissão de NF-e deve ser solicitada para a Prefeitura (para empresas de prestação de serviços) ou para a Sefaz. Essa solicitação depende do município ou estado e em alguns casos pode ser feita on-line.

3.6. Contrato social

Esse documento apresenta diversos aspectos relativos ao negócio, como definição da empresa, capital social, divisão de lucros e relação entre os sócios. Você pode consultar a Junta Comercial para agilizar esse processo.

Tenha cuidado com a elaboração do contrato social, porque modificações podem exigir a refação das inscrições estadual, municipal e federal. Portanto, é um retrabalho desnecessário.

3.7. Plano de negócios

Esse instrumento traça um cenário do mercado e permite fazer um planejamento sobre o segmento de atuação, produtos e serviços oferecidos, possíveis fornecedores e clientes, potenciais concorrentes e pontos fortes e fracos do seu empreendimento.

Esse guia é imprescindível para você descobrir os desafios que enfrentará, que caminho seguir e se realmente vale a pena abrir o negócio. Portanto, não se esqueça dele.

Dica: os franqueados não precisam de plano de negócios, porque a franqueadora já tem esses dados especificados.

4. Como definir qual modelo é melhor para mim?

Essa é a resposta que este post está tentando desvendar. O mais importante é o que você achou de todas as informações que repassamos aqui.

Tanto a franquia quanto o negócio próprio apresentam riscos e problemas. Mas a verdade que é o primeiro modelo é muito mais seguro e isso se reflete nos dados do setor, como apresentado lá no começo do artigo.

O fato de os produtos e serviços serem testados e a assistência recebida pela franqueadora são pontos muito positivos e que não devem ser ignorados. Além disso, há diversas etapas que são eliminadas quando você opta pelo franchising. É o caso da divulgação do negócio e da programação visual dele.

Assim, apesar de haver algumas taxas mensais que devem ser pagas, elas compensam devido a todos os benefícios que conquistará. Uma das vantagens, por exemplo, é o treinamento para a equipe. Outra, é a facilidade para formar o estoque e adquirir equipamentos e sistemas.

As únicas restrições existentes são o cumprimento das regras da franquia, a falta de liberdade e a impossibilidade de expandir muito o negócio. Nesse último caso, o máximo que você pode fazer sendo um franqueado é abrir mais unidades, se autorizado, ou ser um empreendedor diferenciado, que cuida de determinada região e presta contas à marca.

Isso significa que não há uma resposta certa. Avaliando fatores como risco, faturamento, suporte e sobrevivência da empresa, tenha certeza de que a franquia é a melhor saída. Agora, se você preferir liberdade, criatividade e dinamicidade, opte pelo negócio próprio.

Lembre-se de que as diferenças principais são:

4.1. Autonomia

O franchising é padronizado e isso não é negociável. Por isso, pergunte-se se está preparado para aceitar os padrões estabelecidos ou se quer ter liberdade para inovar sempre.

4.2. Investimento

Uma análise superficial indica que é mais barato abrir um negócio próprio. Mas isso nem sempre é verdade. Há custos não relacionados nesse caso, como descoberta de fornecedores, divulgação, plano de marketing para o lançamento, entre outros. Ainda há gastos inesperados, que podem ocorrer de modo imprevisto.

4.3. Custos

A franquia tem mais custos mensais, o que exige um capital de giro maior. Porém, há mais clientes e, por consequência, tem-se um nível de vendas mais alto no início. No caso do negócio próprio, você terá mais dificuldades para atrair clientes e terá que fazer tudo do zero, o que geralmente significa mais despesas.

4.4. Gestão de pessoas

Um empreendedor que abre um negócio do zero costuma levar as coisas adiante sem pensar muito na parte de gestão de pessoas. Não é criado um atendimento padronizado e os colaboradores podem não passar por treinamentos. Isso não ocorre nas franquias, que possui processos manualizados e previamente formatados.

4.5. Marketing

No negócio próprio, você precisa cuidar de tudo sozinho, enquanto na franquia paga a taxa mensal e precisa fazer somente a divulgação local. A marca também tem um peso muito forte, o que conta muito nesse momento.

4.6. Riscos

Essa é a diferença definitiva. Como você viu, as chances de uma franquia darem errado são muito menores. Portanto, não quer assumir riscos? Escolha a franquia.

Como você pôde perceber, há vantagens e desvantagens nos dois modelos. Mas entre franquia ou negócio próprio, vale mais a pena escolher a primeira alternativa. Também chegou a essa conclusão? Então, conheça as 5 etapas de implantação da sua unidade franqueada.

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