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Saiba Como Controlar o Orçamento das Pequenas Empresas


Saiba Como Controlar o Orçamento das Pequenas Empresas. Controlar o orçamento não serve apenas aos empresários e franqueados, mas para todas as pessoas que precisam manter uma família com salários ou outros ativos todo o mês.

Você irá aprender que, comprar a vista é quase sempre melhor que comprar a prazo e que os juros, por mais que demorem a chegar com os longos prazos, podem ser avassaladores para seu orçamento, caso não tenha feito um planejamento financeiro.

Saiba Como Controlar o Orçamento das Pequenas Empresas

Definindo Orçamento

Antes de entrarmos profundamente no assunto é necessário que saibamos do que estamos falando. Descrevendo de uma forma bem enxuta, controlar o orçamento é levantar todas as nossas despesas e receitas durante períodos variados, como diários, anuais e, o mais utilizado, os mensais.

Ele é tão útil que pode ser utilizado em qualquer área, como em obras, serviços, desempenhos financeiros de empresas, pequenos comércios e, principalmente, em casa.

Apesar dos gastos de casa serem contínuos, infelizmente o brasileiro não possui o hábito de se planejar financeiramente, elaborando um orçamento doméstico. Os que possuem um pequeno comércio, muitas vezes, misturam os gastos pessoais com os gastos do negócio. Logo, os orçamentos são mais utilizados em obras, serviços e empresas.

 

Orçamento Deficitário X Orçamento Superavitário

O orçamento se divide em dois tipos: deficitário e superavitário.

O deficitário é aquele em que as despesas superam as receitas. Já os em que as receitas superam as despesas é o superavitário. Obviamente todos querem ter um orçamento superavitário, mas, infelizmente, isso não é comum. Caso contrário, não existiriam tantos endividados por aí. A seguir falarei especificamente de cada um:

Orçamento Deficitário:

Ocorre quando se gasta mais do que ganha, ou o famoso “ficar no vermelho”. As grandes armadilhas que levam a ele são:
– Compras desnecessárias;

– Empréstimos com altas taxas de juros;

– Pagamentos à prazo e em muitas parcelas.

Se pararmos para pensar, pelo menos uma vez, já compramos algo inútil. Na maioria das vezes é por impulso. No restante é porque realmente achamos que precisávamos daquilo. Para não cair na tentação de comprar, avalie muito bem o objeto e pergunte a si mesmo se realmente será útil.

A segunda armadilha, fazer empréstimos, não é sempre ruim, a não ser que seja muito mal administrado, ou pior, quando usados para pagar dívidas. Grandes empreendedores pegam empréstimos para investir, porém eles calculam todos os juros compostos e se planejam para pagar.

Ao contrário daquelas pessoas que, simplesmente pegam empréstimos sem avaliar os riscos e esquecendo-se que o dinheiro não é delas e um dia terão de pagar. Quanto a pegar empréstimos para pagar contas é o mesmo que trocar uma dívida por outra igual, ou pior.

O terceiro motivo, sobre prazos longos, pode ser um problema maior, se estiver atrelado ao primeiro. Porque pior que pagar bem mais caro que o valor real do objeto é sentir remorso pela compra depois. Vendedores de lojas adoram pronunciar frases como “primeira parcela só no ano que vem!” ou “pague daqui a 6 meses!”.

O fato é que podem demorar anos para as primeiras parcelas virem, mas no dia do pagamento, os juros estarão acompanhados trazendo fortes dores de cabeça depois.

Orçamento Superavitário:

Ocorre quando se ganha mais do que gasta. Não é impossível, por menores que sejam seus rendimentos, obter um saldo positivo no final do mês. O segredo é ter planejamento e quando falo disso, não significa apenas poupar dinheiro, mas também investi-lo com consciência, para fazer mais dinheiro! O nome disso é ativo.

Aqui vale a velha regra de nunca gastar todo o seu dinheiro e sempre fazer uma reserva. A poupança é recomendada!

Existem muitas maneiras de aumentar sua receita, como investimento em ações, caderneta de poupança, aluguel de imóveis, abrir um negócio próprio, compra de terrenos e serviços independentes, conhecidos como “bicos”.

Nós brasileiros somos criativos e sabemos bem como nos virarmos nos momentos de crise.

Dicas:

– Compre mais a vista;

– Fuja dos juros;

– Quando receber seu salário pague primeiro a você antes dos outros.

Comprar à vista exige planejamento.  A sensação de pagar de uma vez e não dever nada posteriormente é muito boa, além do mais, pagamentos à vista, por serem escolhas raras e mais vantajosos para o vendedor, na maioria das vezes, possuem descontos, para estimular ainda mais a prática ou para tirar os juros embutidos e ocultos do produto.

Ninguém gosta de pagar juros, portanto antes de comprar qualquer coisa, independente do prazo de pagamento, pergunte quais as taxas de juros mensais e calcule o valor final.

Esta última dica serve para estimular a poupar. Todos nós temos contas a pagar, mas poucos pagamos a “nós mesmos” assim que recebemos. Mas o que seria isso? Pagar a nós mesmos é utilizar uma parcela de nossos proventos e guardar numa poupança destinada para a compra de ativos ou realização de algum desejo.

A regra principal do ato é não gastar esse dinheiro por um tempo, por mais difícil que as coisas estejam. Considere a quantia como se não fosse seu dinheiro, mas sim, o de outra pessoa. Assim, rapidamente, esquecerá temporariamente dele e descobrirá que é possível fechar as contas “no verde” sem esta quantia.

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